COMO ABANDONAR O JULGAMENTO E ABRIR-SE AO AMOR

COMO ABANDONAR O JULGAMENTO E ABRIR-SE AO AMOR

Sua Santidade, o Dalai Lama, disse em tempos:

O que é o Amor? O amor é a ausência de julgamento.

É fácil dizer, mas como fazê-lo no dia a dia?

Partilho uma analogia simples e uma prática para nos tornarmos menos críticos e mais amorosos na nossa rotina diária.

Que lhe traga mais conexão, amor e leveza.

Um amigo meu recentemente partilhou comigo uma história do professor espiritual Ram Dass. É tão bonita e teve tanto impacto em mim que quis partilhá-la convosco.

“Quando tu passeias na floresta e observas as árvores, vê-las todas diferentes. Algumas estão dobradas, outras estão direitas, algumas são muito viçosas e outras mais envelhecidas. E ao observá-las, aceitas que elas estejam exactamente como estão, sem as julgares, pelo simples facto de que são assim.

Mas a partir do momento em que lidas com seres humanos, esta atitude de imparcialidade, não julgadora, desaparece. E dás por ti a dizer constantemente: “Devias ter feito assim ou dito assado”,  ou “eu também sou assim”, etc.

A mente julgadora entra em acção.

“E é por isso que eu transformo pessoas em árvores. O que significa apreciá-las exactamente como são. Adoro esta analogia pois convida-nos a lembrarmos e a apreciar-mo-nos uns aos outros, a sermos gentis uns com os outros e a ver para além dos nossos julgamentos, opiniões e ideias preconcebidas sobre o Outro. Que prática espiritual maravilhosa poderia ser se todos praticássemos transformar pessoas em árvores – ou seja, dar-lhes aquilo que todos mais desejamos – Amor e Aceitação, tal como somos.

Assim, deixo-vos um pequeno desafio – Agir, começando a praticar e a ter em mente estas palavras tão eloquentemente ditas por Sua Santidade, o Dalai Lama:

“O que é Amor? O Amor é a ausência de julgamento”.



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